Uma pesquisa divulgada nesta semana comparou a evolução das quadrilhas especializadas em crimes realizados pela internet com a estrutura dos cartéis de tráficos de drogas. O estudo apontou os fatores que deverão chamar a atenção em relação à segurança de dados na web nos próximos dez anos, como o processo de industrialização da pirataria, os cada vez mais frequentes roubos de identidades e senhas pela web e o número cada vez maior de ataques realizados através dos sites de redes sociais como Facebook e Twitter.
A empresa de segurança de dados Imperva divulgou nesta terça-feira os resultados do estudo que indica as cinco principais tendências de segurança que devem receber a devida atenção dos programadores e internautas na próxima década.
Segundo o jornal britânico The Independent, a Imperva acredita que os cibercriminosos irão se unir no futuro, “formando uma cadeia de suprimentos que se assemelha à dos cartéis de tráfico de drogas”. Os hackers irão atacar principalmente através das redes sociais como Facebook, Twitter e Linkedin, atraindo as vítimas com aplicativos sociais e esquemas de pishing de e-mail.
“Com o crescimento acelerado das plataformas de redes sociais, acredito que este problema será um dos mais desafiadores da próxima década. Um conjunto de ferramentas que nos permita avaliar e depositar confiança pessoal nesta sociedade virtual ainda precisa ser desenvolvido e instalado pelos proprietários destas plataformas e pelos consumidores”, comentou Amichai Shulman, diretor de tecnologia do Imperva, ao jornal britânico.
Enquanto estas novas tecnologias de segurança não chegam, Shulman aconselha os internautas a atualizarem frequentemente seus programas antivírus.
As cinco tendências de segurança apontadas pelo estudo da Imperva são: a industrialização da pirataria; o desenvolvimento de aplicativos para segurança de dados; aumento dos ataques através dos sites de redes sociais; aumento dos roubos de identidades e senhas pela internet e transição de segurança reativa para pró-ativa.
Fonte: Redação Terra
GEISPOLSHEIM, França (Reuters) – O presidente francês, Nicolas Sarkozy, afirmou nesta terça-feira que não deixará o patrimônio literário de seu país ser tomado por uma “amigável” gigante norte-americana, em evidente provocação ao Google.
A França quer evitar que a literatura francesa seja tragada por grandes projetos internacionais de digitalização e planeja criar seu próprio projeto de livros digitais.
“Não deixaremos que tirem nosso patrimônio em benefício de uma empresa grande, não importa o quão amigável, grande ou americana ela seja”, disse Sarkozy, sem citar o Google.
Em reunião no leste do país, o presidente afirmou que a digitalização de livros seria um dos projetos financiados por um empréstimo nacional já planejado para fazer investimentos estratégicos de bilhões de euros em 2010.
“Não deixaremos que seja tirado de nós o que geração atrás de geração produziu na língua francesa apenas porque não fomos capazes de financiar nosso próprio projeto de digitalização”, acrescentou.
O mercado editorial é o mais recente a ser afetado pela revolução digital, com o Google planejando criar uma enorme biblioteca de livros escaneados, livros digitais cada vez mais populares e governos lutando para se ajustar à rápida mudança no setor privado.
O projeto de livros do Google faz parte de um acordo fechado com o sindicato de autores dos Estados Unidos. O plano foi elogiado por dar acesso aos livros, mas também foi criticado em alguns círculos por razões de antitruste, direitos autorais e privacidade.
O primeiro-ministro da França, François Fillon, pediu no mês passado que uma comissão estudasse como preparar o mercado editorial para essa renovação, dizendo que é importante evitar o tipo de prejuízo que o download ilegal de músicas e filmes gerou em suas respectivas indústrias.
Em carta aberta, Fillon listou diversas estratégias possíveis, começando por escanear o conteúdo das bibliotecas europeias. Outros projetos incluem a aplicação de leis anti-pirataria ao mercado editorial, a contribuição de editoras para sugerir formas de policiar downloads ilegais e o desenvolvimento de um mercado legal de livros digitais.
Fillon afirmou que a França não aceitaria que outra indústria cultural fosse “ameaçada por saqueadores”.
O governo francês propôs algumas das leis mais rígidas contra a pirataria online e, em setembro, o Parlamento francês aprovou uma lei que permite que as autoridades cortem a conexão do quem for flagrado repetidamente fazendo downloads ilegais.
O governo também pressiona a União Europeia para que aprove um projeto de digitalização que a coloca efetivamente em competição direta com o Google.
Essa não é a primeira disputa entre a França e o Google. Em 2005, líderes da França e da Alemanha anunciaram que iriam se unir para desenvolver um sistema de buscas multimídia, o Quaero (“Eu Busco” em latim), que muitos viam como um ataque direto ao Google. O projeto não decolou por falta de financiamento.
Fonte: Reuters
Image Swirl será o sistema inovador de busca por imagens da Google no futuro disse a Google Labs.
O novo sistema apresenta uma interface interativa e bastante inovadora, não será mais uma pagina estática, ela te orienta conforme você escolhe as imagens. A proposta é interessante e esta em fase de teste.
A Google que não para de criar e inovar agora inovando em sistema de busca por imagem, a pagina não é digamos linda, porém é totalmente funcional, mesmo ainda estando em fase de teste.
A grande diferença é percebida nos resultados: o sistema analisa o que cada imagem retrata, cria relações de acordo com o tema e lista o conteúdo em “pilhas de arquivos”. O qual se expande quando se clica em alguma imagem do resultado como mostra a imagem abaixo:
A pagina de testes pode ser acessada por internautas a qualquer instante basta acessar este link http://image-swirl.googlelabs.com
Bing ficou indisponível nesta quinta-feira por trinta minutos, a Microsoft não deu maiores explicações do que levou o buscador a sair do ar. Apesar de parecer algo sem muita importância, imagine-se sem o Google por algum tempo seria no mínimo estranho.
Dada também a competição entre Google e Bing, não se esperava uma falha deste tipo agora, justo no momento em que o Bing cresce frente ao Google.
Para quem não viu o buscador indisponível veja imagem abaixo:

Durante os 30 minutos em que o buscador esteve indisponível o assunto mais tweetado era a falha no Bing, a equipe responsável pela manutenção chegou a tweetar avisando que estavam tentando colocar o Bing novamente no ar.
Ao que tudo indica esta semana não foi muito boa para a Microsoft, primeiro a suspeita de que o pacote de atualização estaria causando tela preta, e ontem o buscador ficou fora do ar por 30 minutos até parece que alguém do Google ta secando a MS
A Universidade Estadual de Campinas – Unicamp – disponibiliza em seu site diversos mini cursos gratuitos focados em tecnologia para qualquer pessoa que tenha interesse no assunto.
Fonte: Olhardigital
São várias aulas oferecidas, como tecnologia XML, Criação de Homepages, Busca na Web, CSS, Concurrent version System, Conceitos Básicos sobre videoconferência entre outras.
O aluno virtual poderá fazer o download de arquivos com todo o material do curso que, segundo a Unicamp, “é de uso livre, gratuito e irrestrito, licenciado segundo os termos da licença GNU/FDL (Free Documentation License) criada pela Free Software Foundation”.
O material foi criado pela equipe de Educação a Distância do Centro de Computação da Universidade – nenhum dos mini cursos emite certificado. Para realizar as aulas, o estudante não precisa fazer nenhum tipo de inscrição, basta acessar este site.
O Yahoo permitirá que seus usuários de e-mail, compartilhamento de fotos e outros produtos online conectem seu conteúdo e atividades diretamente no Facebook, a maior rede social do mundo na Internet.
O suporte do Yahoo ao serviço Facebook Connect, que segundo a empresa deve começar a funcionar no primeiro semestre de 2010, representa uma importante medida nos esforços do Yahoo para aproveitar a popularidade da rede social e enfatiza o crescimento do Facebook, que possui mais de 350 milhões de usuários no mundo.
No começo deste ano, o Yahoo permitiu que usuários vissem prévias das mensagens de amigos do Facebook diretamente na página principal do Yahoo, como parte de uma melhora na homepage do portal.
O anúncio desta quarta-feira é um passo mais profundo na integração do Yahoo com Facebook, automaticamente colocando as atividades realizadas em sites do Yahoo, tais como as fotos compartilhadas no Flickr, na ferramenta de notícias do Facebook.
O Yahoo espera que o conteúdo compartilhado no Facebook direcione os visitantes de volta ao Yahoo.
Fonte: Reuters
| S | T | Q | Q | S | S | D |
|---|---|---|---|---|---|---|
| « out | ||||||
| 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | |
| 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 |
| 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 |
| 21 | 22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 |
| 28 | 29 | 30 | 31 | |||